Mês de combate ao suicídio

O suicídio é uma tentativa desesperada de escapar do sofrimento que se tornou insuportável. Cega por sentimentos de auto-aversão, desespero e isolamento, uma pessoa suicida não consegue ver nenhum meio de encontrar alívio, exceto através da morte.

Mas apesar de seu desejo de que a dor pare, a maioria das pessoas suicidas está profundamente conflituosa em acabar com suas próprias vidas. Eles desejavam que houvesse uma alternativa ao suicídio, mas eles simplesmente não conseguem ver um.

A maioria dos indivíduos suicidas dá sinais de alerta ou sinais de suas intenções. A melhor maneira de prevenir o suicídio é reconhecer esses sinais de alerta e saber como reagir se você os identificar. Se você acredita que um amigo ou membro da família é suicida, você pode desempenhar um papel na prevenção do suicídio, apontando as alternativas, mostrando que se importa e envolvendo um médico ou psicólogo.

O acolhimento, o afeto, a atenção e o amor são as melhores alternativas para evitar que alguém tire sua própria vida.

Endometriomas

A consequência da endometriose ovariana desencadeia os endometriomas, que se formam a partir de pequenas células do endométrio que se desprendem do útero e se fixam no ovário, formando pequenos cistos na parede externa do ovário.

Estes cistos respondem ao estímulo hormonal durante o ciclo menstrual e crescem produzindo vários pequenos cistos que podem ocupar e até mesmo substituir o tecido ovariano normal. Estes endometriomas são preenchidos por um líquido semelhante a chocolate derretido, razão pela qual são conhecidos como “Cistos de Chocolate”.

Quando este cisto se rompe, o seu conteúdo se espalha pela pelve e na superfície do útero, bexiga e intestino podendo causar aderências entre estes órgãos e no espaço entre eles, além de forte dor pélvica.

Procure o seu ginecologista.

A primeira visita ao gineco

Quando surgirem os primeiros sintomas da puberdade, é o momento adequado para a primeira visita ao ginecologista.

Entender as mudanças corporais, a sexualidade e lidar bem com essa avalanche de sentimentos e mudanças é uma tarefa para o seu médico.

Na primeira consulta, é realizada uma conversa informal sobre todas essas questões relacionadas ao corpo feminino, ciclo menstrual, bem como os questionamentos que a paciente possui.

Essa consulta é muito importante e traz valores e ensinamentos morais que nem sempre a família está preparada para responder ou resolver.

Você conhece a Acupressão?

Ela é uma técnica milenar alternativa que pode ser praticada para aliviar a dor de cabeça, a cólica menstrual e outras dores que surgem no dia-a-dia.

Esta técnica tal como a acupuntura, tem origem na medicina tradicional chinesa e pode ser utilizada para atenuar as dores indesejáveis da endometriose sem a necessidade de usar remédios.

Por meio da compressão de diferentes pontos do corpo, pressionando os pontos onde se localiza a dor, este ponto (no caso para dores da endometriose) encontra-se no interior da perna, cerca de 5 centímetros acima do tornozelo, massageando-o por 1 minuto até a ponta do polegar ficar branca.

A cirurgia videolaparoscópica é considerada minimamente invasiva, sendo realizada por meio de pequenas incisões na região do abdome.

Apesar do receio de algumas pacientes, a recuperação da videolaparoscopia ginecológica é tranquila, principalmente quando as orientações médicas são seguidas corretamente.

Apesar da recuperação da videolaparoscopia ser, normalmente, tranquila, alguns sintomas podem estar correlacionados com um pior prognóstico, sendo considerados fatores de risco para possíveis complicações pós-operatórias. Entre eles estão:

– Febre posterior à cirurgia, normalmente acima de 37,5ºC;
– Dor abdominal intensa;
– Dores severas ou vermelhidão nos membros inferiores;
– Vermelhidão ou hematomas na região do abdome ou da pelve;
– Dor ou ardência ao urinar.

Caso qualquer um desses sintomas seja identificado durante a recuperação da videolaparoscopia ginecológica, o médico deverá ser avisado imediatamente.

Endometriose tem cura?

Existem dois pontos para serem esclarecidos nessa pergunta. Muitas pacientes com sintomas da doença conseguem atingir melhora da dor pélvica e/ou engravidar sem passar por um procedimento cirúrgico para retirada das lesões. Assim, usando medicações hormonais ou realizando algum tratamento para engravidar, mantém a doença, que não interfere na qualidade de vida dessas mulheres.

O outro ponto refere-se àquelas que necessitam de cirurgia, que deve ser realizada por profissional especializado nesse tipo de procedimento para que toda a doença seja retirada de forma completa, o que permite que a chance de retorno das lesões seja muito pequena.

Um fator adicional reside na dependência hormonal para a manutenção da endometriose que é exaurida no momento que a mulher entra na menopausa, fazendo com que a doença regrida na grande maioria dos casos.

Por que a endometriose causa dor nas costas?

Existem dois cenários que colaboram para isso; tanto o útero quanto os ovários estão próximos e o fato da pessoa afetada pela doença muitas vezes se encolher ou ficar em posições retraídas para evitar a dor desencadeia dores nas costas.

Essa junção entre dor abdominal e dor nas costas faz com que movimentos simples e diários como flexões, ficar sentada ou se mover demais sejam tarefas bem difíceis.

Como tais movimentos são constantes, eles permanecem até mesmo nas posições de repouso, principalmente na hora de dormir.

Dienogeste

O dienogeste, novo tipo de progestógeno de uso contínuo, é outro tratamento medicamentoso que usa a progesterona como princípio ativo e que tem um efeito bastante intenso na atrofia dos focos de endometriose, porque apresenta uma tendência na parada da menstruação e melhora dos sintomas inflamatórios da doença.

Quando falamos em TPM

Quando falamos em TPM logo pensamos no desejo irrefreável por doces e a irritabilidade excessiva, mas você sabia que existem mais de 150 sintomas que podem acometer a mulher na TPM?

Ansiedade, dores musculares, calor repentino, insônia, esquecimento, instabilidade emocional, dentre outros…

Os sintomas surgem de 14 a 2 dias antes da menstruação e passam após a chegada do fluxo.

É possível sanar grande parte desses sintomas com a terapia, levando em consideração o estilo de vida e a alimentação de cada paciente.